Fotos de vários momentos de nosso trabalho em aula, resultantes do Projeto Pedagógico desenvolvido
em
2006, em minha escola, EMEF José Loureiro da Silva (Fotos dos 51 anos:
http://helamor.multiply.com/photos/album/134), na EJA -
Educação de Jovens e Adultos -, com o tema "Imagens Arquetípicas: Luz e
Sombra e A Imagem Simbólica". Sobre o qual fiz um relato na amanhã do
dia
23/11, as 11h20, no Santander Cultural, pelo EFA - Escola Faz Arte - conforme dados publicados aqui:
http://helamor.multiply.com/calendar/item/10003(Mais fotos de trabalhos de alunos aqui:
http://helamor.multiply.com/photos/album/141)
No Relato, fui acompanhada pelo aluno Flávio, que apresentou seus
trabalhos lá também e sendo muito aplaudido. Dois dos trabalhos de
Flávio estão na mostra de Artes do EFA, Armazém A, durante as
Conversações Internacionais: Paisagem da Educação, fazendo parte de uma
amostragem para tudo que se faz na Educação Pública Municipal em Porto
Alegre/RS, onde expus 14 trabalhos de alunos, que podem ser vistos no
álbum do dia da montagem da exposição, aqui:
http://helamor.multiply.com/photos/album/140Haverá, ainda, um telão, onde uma parte desse projeto estará sendo mostrado também.
No Cais do Porto, igualmente, os visitantes poderão apreciar a mostra com
os trabalhos dos professores artistas, em "Singularidades na Rede", no
MAC - Museu de Arte Contemporânea - , Armazém A6, até o dia 07/01/2007.
Com mais dados e imagens aqui:
http://helamor.multiply.com/photos/album/105, onde também exponho, ali com meu trabalho como artista plástica. São
dois aspectos meus, dos quais me orgulho muito, pois não consigo
me ver sem meus alunos, no meu lado educadora, e sem minha arte, no meu
lado artista, os dois se complementam e necessitam-se um ao outro. E
estas duas facetas minhas estão agora reunidas, mais uma vez, num mesmo
evento! E eu, apesar de todo o cansaço, pelo grande trabalho que
envolve organizar tudo isso, estou muito feliz!!
Convite de Cristina Rolim - Agenciamentos Pedagógicos
Coletivos -, que está organizando parte do EFA - Escola Faz Arte -, em conjunto
com Cida Aliano - Assessoria de Artes Plásticas -:
http://helamor.multiply.com/journal/item/122Mais abaixo, encontra-se, em formato texto, o
Projeto Pedagógico: "Imagens Arquetípicas: Luz e Sombra e a Imagem
Simbólica", cujo arquivo, com o formato em ".pps", na íntegra, pode ser baixado aqui:
http://helamor.multiply.com/video/item/2Informo aos visitantes da página, que não forem cadastrados ao Multiply,
se quiserem deixar algum recado, que, por favor, o deixem aqui: Libro de Visitas
http://www.redfind.com/gb4/guest.php?uname=helamorClicando em "Firmar Libro".
Quem estiver recebendo esta página por e-mail, é melhor clicar no título,
para que a página abra em seu verdadeiro local, para que seja melhor
visualizada.
Em qualquer circunstância, as fotos podem ser
melhor apreciadas, podendo-se ler seus textos mais específicos,
clicando-se nelas, e até, clicando-se novamente, após se estar na
página, vê-las em tela cheia.
Abraços,
Adelaide Heloísa Amorim.
E-mail: helamor@gmail.com
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Projeto
Pedagógico "Imagens Arquetípicas: Luz e Sombra e a Imagem Simbólica" em
formato texto, cuja numeração corresponde ao formato ".pps"
(
http://helamor.multiply.com/video/item/2):
[AVISO: Não sou psicóloga, nem tenho formação específica nesta área,
sou apenas uma curiosa, apaixonada pelas idéias de C. G Jung. Portanto, vou
adorar qualquer intervenção dos psicólogos de plantão - inclusive de
minha querida norinha, que faz Psicologia e com quem muito tenho
aprendido - apesar que eu acredite que eu a tenha influenciado
para os lados de Jung também... rsrsrs... -, além dela me acompanhar em muitos momentos desse processo!]
A IMAGEM SIMBÓLICA
Imagens Arquetípicas: Luz e Sombra
Adelaide Heloísa Oliveira Amorim
EMEF LOUREIRO EJA 2006
1. Capa
2. Indice
3. Apresentação
Histórico Profissional
4. Histórico EMEF José Loureiro da Silva
5. Considerações Gerais Sobre os Conceitos Abordados I
6. Considerações Gerais II
7. Mostra de Artes:
“Imagens Arquetípicas: Luz e Sombra”
8. (7.1) - Afrodite Urânia (imagem2)
9. (7.2) - Netuno Pescador (imagem12)
10. (7.3) - Dafne em Fuga (imagem13)
11. (7.4) - Deméter gestando os filhos da Lua (imagem14)
12. Projeto de Trabalho em Aula:
A Imagem Simbólica
12.1 – Objetivos
12.2 - Procedimentos, atividades
13. Considerações Finais, Avaliação.
14. Referências
15. Dados de Identificação e Anexos (slide: 16...) com fotos do Desenvolvimento da Proposta e Trabalhos de Alunos.
3. Apresentação
3. Histórico Profissional:
3.1 - Formação:
Bacharelado em Desenho – UFRGS
Licenciatura em Artes Plásticas I e II Graus - UFRGS
Magistério Intensivo – Col. Cruzeiro do Sul
Desenhista de Publicidade – Col. Júlio de Castilhos
3.2. Atuação como educadora:
Em escolas públicas e particulares; centros comunitários e clube de
mães. Há quase 20 anos. Atualmente atuando na EMEF José Loureiro da
Silva, com 20 h/a, desde 1996, no turno Vespertino, com algumas
incursões esporádicas pelo diurno. Este ano de 2006 o Vespertino passou
a ser EJA.
3.3. Atuação como artista plástica:
Com trabalhos em desenhos, aquarelas e acrílicos e, atualmente, com
esculturas sendo expostas no MAC RS, Singularidades na Rede – de
10/11/2006 até 07/012007 – A6, Cais do Porto – de terça a domingo, das
14h às 19h -, com a série: “Imagens Arquetípicas: Luz e Sombra”, com
sete trabalhos em tela de metal galvanizado modeladas à mão, baseadas
nos conceitos sobre arquétipos de C. G. Jung.
4. Histórico EMEF JOSÉ LOUREIRO DA SILVA
Em 2005 a escola completou 50 anos de atividades. Neste ano, de 2006,
passou a EJA . Até então, o Turno da Noite era “Vespertino”, com ciclos
de formação, 3º Ciclo, em 3 anos, com turmas de C10, C20 e C30.
Histórico online:
http://tramasdarede.blogspot.com/ 3
5. Considerações Gerais I
5. “As histórias e os filmes são trabalhados como metáforas, que
contribuem para a descoberta de novos significados para as experiências
atuais através do “insight”. O “insight” é produto do pensamento
primário associado ao pensamento secundário e (...) [estas metáforas]
oferecem elementos que podem favorecer a produção mental de um
“insight”. O “insight” está diretamente ligado à intuição. Segundo o
Dicionário de Psicologia (1982), a intuição é modo operativo da
inteligência e seu produto, forma de conhecimento direto, caracterizada
por sua natureza imediata e instantânea; consiste em organização
interna espontânea, em percepção, ou em idéia ou imagem. Dessa forma,
as histórias e filmes oferecem elementos para (...) reorganizar seus
conceitos, significados e crenças por si próprios, e assim
criarem[-se] novas imagens simbólicas sobre suas experiências e situações atuais.” 5
“O termo sombra refere-se à parte da personalidade que foi reprimida em
benefício do ego ideal (...) a sombra representa o inconsciente
pessoal” (Whitmon 1998, p.144). 6
‘“O símbolo é uma forma de
expressar algo que não se pode falar claramente. E sempre carregados de
afetividade que é o que os retira da condição de meros signos para a
esfera da simbolização.’”
“O termo símbolo vem do grego sýmbolon que
é algo como "arremessar ao mesmo tempo". De forma clara é um conceito
de equivalência, afinal o símbolo representa sempre mais do que seu
significado evidente e imediato e assim precisa ser para atender ao
propósito de comunicar o incomunicável. Na religião o símbolo é
colocado para se transmitir histórias míticas, mitos, que compõem
aquela seita.’”
“Este conteúdo simbólico que permeia todas as
religiões é assim resumido por Jung: ‘Sob a forma abstrata, os símbolos
são idéias religiosas, sob a forma de ação são ritos ou cerimônias’.
(Jung, 1997, p.45).”
“Self:
O Self nada mais é que todas as
possibilidades do humano; sendo assim podemos ver nas palavras de
Campbell, 1997, a reflexão de que ‘os mitos são metáforas da
potencialidade espiritual do ser humano, e os mesmos poderes que animam
nossa vida animam a vida do mundo’.’” 7
6. Considerações Gerais II
6. Arquétipos: “possibilidades herdadas para representar imagens
similares, são formas instintivas de imaginar. São matrizes arcaicas
onde configurações análogas ou semelhantes tomam forma. (...) É uma
energia, em estado potencial, uma virtualidade.” 8 São disposições
latentes para reações idênticas.
Não há como descrevê-los com
exatidão, nem representá-los diretamente, só através de imagens
arquetípicas. Pertencentes ao incosciente coletivo e individual,
expressam-se nos símbolos do mundo que nos rodeia, conforme a época, a
cultura local e a história pessoal.
Alguns arquétipos definidos por Jung:
Anima (alma) – elemento feminino no homem -, animus (alma) – elemento
masculino na mulher –, persona, sombra e self, podendo-se incluir o bem
e o mal.
Imagens Arquetípicas: Aspectos da energia dos
arquétipos materializados em alguma imagem, símbolo, história, mito,
contos de fada... É a forma ou representação de um arquétipo na
consciência...
“Chamamos de instinto aos impulsos fisiológicos
percebidos pelos sentidos. Mas, ao mesmo tempo, estes instintos podem
também manifestar-se como fantasias e revelar, muitas vezes, a sua
presença apenas através de imagens simbólicas. São estas manifestações
que revelam a presença dos arquétipos, os quais as norteiam. A sua
origem não é conhecida; e eles se repetem em qualquer época e em
qualquer lugar do mundo - mesmo onde não é possível explicar a sua
transmissão por descendência direta ou por ‘fecundações cruzadas’
resultantes da migração.” 9
Imaginação Ativa: "(...) é um diálogo que travamos com as diferentes partes de nós
mesmos que vivem no inconsciente". 9
7. Imagens Arquetípicas: Luz e Sombra
7. Imagens Arquetípicas: Luz e Sombra, é o título da Mostra de Artes,
ocorrida de 10 de abril a 23 de maio/2006, no ICP – Instituto Cultural
Português -, cuja preparação da mesma deu início a este trabalho
pedagógico que agora se apresenta.
O trabalho artístico trata-se de
pequenas imagens tridimensionais, executadas em tela de metal
galvanizado e modeladas à mão, e foram inspiradas na obra de Jeffrey
Raff, "JUNG e a imaginação alquímica“10 - livro onde se é conduzido
numa iniciação à alquimia interior, baseado em C. G. Jung e na
imaginação alquímica -, e pela obra de Kathleen Burt, "Arquétipos do
Zodíaco“11 . Em ambas as obras lida-se com a força das imagens e sua
simbologia para se atingir um outro nível de compreensão das coisas,
trabalhando o
“si-mesmo”, através de “técnicas de relaxamento
mental e visualização de imagens mentais, numa profunda introspecção,
proporcionando maior contato com a realidade subjetiva interna e
favorecendo mudanças de atitudes e idéias frente as experiências atuais
de sofrimento” 5 onde as imagens estudadas vão sendo (re)elaboradas no
decorrer do processo e re-significadas, com “insights” de compreensão
aos fatos que vão sendo vivenciados, auxiliando na cura de dores
psicológicas.
Desse processo de auto-conhecimento, as imagens
mitológicas que iam sendo analisadas, nestes casos, foram criando vida
própria com a manipulação da tela metálica. Nesta primeira mostra, no
ICP, através das “imagens arquetípicas”:
8. (7.1) Afrodite Urânia (imagem2)
9. (7.2) Netuno Pescador (imagem12)
10. (7.3) Dafne em Fuga (imagem13)
11. (7.4) Deméter Gestando os Filhos da Lua (imagem14)
8. (7.1) Afrodite Urânia (imagem2)
8. (7.1) Baseada na imagem arquetípica do amor puro, universal,
incondicional e espiritual, a Afrodite Urânia (conforme Platão), em seu
lado luz, ascende aos céus em seu nascimento.
As esculturas foram
elaboradas de forma a passar leveza, movimentarem-se ao sabor de
deslocamentos de ar, e a projetarem sombras - conforme luzes
direcionadas sobre elas, coloridas ou não -, afim de representarem,
simbolicamente, a integração de ambos, o consciente e o inconsciente a
agir, além da matéria e espírito, luz e sombra - com todas as
interpretações advindas destes termos para as imagens apresentadas -.
9. (7.2) Netuno Pescador (imagem12)
9. (7.2) Inspirada em Netuno, faz uma homenagem aos pescadores, numa
representação que remete ao homem, a rede (em substituição ao tridente
de Netuno) e ao peixe, numa fusão dos três elementos.
10. (7.3) Dafne em Fuga (imagem13)
10. (7.3) Esta é uma representação, baseada na mitologia, para o momento em
que Dafne (cujo nome significa “loureiro”), fugindo de Apolo, este a
alcança e, ao tocar nela, esta começa a transformar-se na árvore
loureiro, de onde ele tira os ramos que, desde então, passam a adornar
sua fronte. A história trata-se de uma metáfora para a fugacidade das
paixões e das vitórias, restando-nos apenas os louros da glória e a
lembrança na mente, após alcançá-las...
11. (7.4) Deméter Gestando os Filhos da Lua (imagem14)
11. (7.4) Baseada no mito de Deméter, é um símbolo de fertilidade e, por
conseqüência, conectado aos ciclos da Lua. Representando a força de
Deméter como geradora, criadora, fertilizadora, da terra e de seres,
promovendo a criação. Toda mulher tem em si o potencial Deméter.
A Imagem Simbólica
12. Projeto de Trabalho em aula:
12.1 - Objetivos: Aliar as visitações à Mostra “Imagens Arquetípicas: Luz e
Sombra”, ao trabalho em sala de aula; promover uma melhor compreensão
ao assunto tratado na Mostra; desenvolver: a percepção de realidades
objetivas e subjetivas, a intuição, a cognição e a criatividade,
através da imaginação ativa.
12.2 – Procedimentos:
2.1 - Questionário de sondagem - com questões referentes ao tema proposto.
2.2 - Preparação à visitação da Mostra “Imagens Arquetípicas: Luz e Sombra”
2.3 - Apreciação de filme sobre o tema Mitologia – Hércules (desenho animado).
2.3.1 - Análise do filme e dos aspectos simbólicos ali presentes.
2.4 - Aulas expositivas/explicativas/dialogadas/atividades de reflexão e práticas, debates sobre as questões vivenciadas.
2.5 - Visitações à Mostra, com palestra da artista ‘in loco’ sobre as
imagens ali trabalhadas, além das falas sobre o assunto em sala de aula.
Obs.:
Durante a visitação, ao ICP, eles puderam apreciar também ao Museu
Açoriano Sul-Rio-Grandense, com Palestra de Santa Inèze Rocha, Diretora
Cultural da entidade, sobre a cultura portuguesa/açoriana, concomitante
à apreciação de vídeo – geografia/história/folclore/cultura/arte, etc,
dos luso-açorianos -.
2.6 – Exercícios/atividades práticas:
2.6.1 – Confecção de pastas para guardar os trabalhos;
2.6.2 – Pesquisa – jornais, livros, dicionários, revistas, bibliotecas, tv, etc... – sobre o assunto trabalhado;
2.6.3 – Seleção de imagens de jornais e revistas, recorte e colagem;
2.6.4 – Desenho - composição com as imagens selecionadas: em preto e
branco, com grafite, pequenos e grandes; com cores; e criando outras
imagens, interagindo com as que foram selecionadas.
2.6.5 – Elaboração de trabalho tridimensional baseado nos estudos feitos.
(Esta etapa final, “2.6.5”, não foi possível de ser realizada este ano
ainda, pretende-se no próximo, a partir de turmas de T5.)
13. Considerações Finais
13. “As histórias e os filmes são trabalhados como metáforas, que
contribuem para a descoberta de novos significados para as experiências
atuais através do “insight”. O “insight” é produto do pensamento
primário associado ao pensamento secundário e (...) [estas metáforas]
oferecem elementos que podem favorecer a produção mental de um
“insight”. O “insight” está diretamente ligado à intuição. Segundo o
Dicionário de Psicologia (1982), a intuição é modo operativo da
inteligência e seu produto, forma de conhecimento direto, caracterizada
por sua natureza imediata e instantânea; consiste em organização
interna espontânea, em percepção, ou em idéia ou imagem. Dessa forma,
as histórias e filmes oferecem elementos para (...) reorganizar seus
conceitos, significados e crenças por si próprios, e assim criarem[-se]
novas imagens simbólicas sobre suas experiências e situações atuais.” 5
Nada melhor do que este texto, das Considerações Gerais I (slide 5),
mais o resultado, nos trabalhos dos próprios alunos, para encerrar esta
fase. Pois, apesar de todas as dificuldades, com um tema tão complexo,
alunos sem referenciais teóricos a respeito, rotatividade de alunos,
entre turmas, e entrando e saindo da escola a todo momento, mais as
dificuldades de adaptação de uns e de outros, tanto de alunos, como do
professor, com o sistema de EJA, restringindo um trabalho que se fazia
em três anos em apenas um - ou menos que um! -, apesar de tudo isso, os
resultados estão sendo surpreendentes:
- Alunos apresentando
em seus trabalhos um rico mundo imaginário e simbólico, dando novos
significados para as imagens trabalhadas que, por sua vez, foram
escolhidas por eles mesmos, das interações com os universos próprios;
- A professora, maravilhada, descobrindo nos trabalhos deles, da
realidade deles, novas possibilidades de abordagem para suas obras
artísticas futuras.
Numa troca contínua e frutífera,
esperamos ampliar todas estas possibilidades aqui iniciadas, nos
aprofundando no tema, enquanto ele ainda nos tiver o que dizer,
sabendo, de antemão, que para as Imagens Simbólicas não existem
limites, a não ser aqueles que nós mesmos possamos nos dar.
Deixo-os com as imagens resultantes de tudo isso,
para que tirem suas próprias conclusões...
14. Referências
1 – T61 2006. Cristiane - Imagem de capa.
2 – AMORIM, Adelaide Heloísa Oliveira. “Afrodite Urânia”, imagem da série “Imagens Arquetípicas: Luz e Sombra”.
3 – AMORIM, Adelaide H. Oliveira. Blog “Tramas da Rede”:
http://tramasdarede.blogspot.com/ -
4 – LOUREIRO, EMEF. Imagem: foto antiga da escola em seus primórdios, edição de imagem por Adelaide Amorim.
5 - ELIAS, Ana Catarina de Araújo. Resignificação da dor simbólica da
morte: relaxamento mental, imagens mentais e espiritualidade. Psicol.
cienc. prof. [online]. mar. 2003, vol.23, no.1 [citado 21 Novembro
2006], p.92-97. Disponível na World Wide Web:
http://scielo.bvs-psi.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98932003000100013&lng=pt&nrm=is6 – SARMENTO, Gisele. O Papel da maternidade no processo de individuação
feminino
http://www.symbolon.com.br/artigos/opapeldamater.htm7 – BOLETIM CLÍNICO - número 19 - novembro/2004 - 5. Do Politeísmo da
Mitologia Grega ao Monoteísmo das Religiões Judaico-Cristãs
Fundamentadas pelo Conceito de Arquétipo Junguiano
http://www.pucsp.br/clinica/boletim19_05.htm - Também publicado em:
http://helamor.multiply.com/journal/item/778 - SILVEIRA, Nise da. in:
http://www.riototal.com.br/coojornal/guardiao-jung008.htm 9 – Glossário de Termos Junguianos:
http://www.salves.com.br/j-glossam.htm 10 - RAFF, Jeffrey. "JUNG e a imaginação alquímica”, Tradução Marcello Borges, Ed. Mandarim, São Paulo, 2002.
11 - BURT, Kathleen - "Arquétipos do Zodíaco“, Tradução Euclides L.
Calloni e Cleusa M. Wosgrau, Ed. Pensamento, São Paulo, 1988
12 - Imagem: “Netuno Pescador”, da série “Imagens Arquetípicas: Luz e Sombra”, de Adelaide Heloísa Amorim.
13 – Imagem: “Dafne em Fuga”, série “Imagens Arquetípicas: Luz e Sombra”, Adelaide Heloísa Amorim.
14 – Imagem: “Deméter Gestando os Filhos da Lua”, “Imagens Arquetípicas: Luz e Sombra”, Adelaide Heloísa Amorim.
Referências de cores apresentadas nos slides, para as numerações constantes em:
- Vermelho: slides
- Azul: links e referências de textos e imagens.
- Marrons: subtítulos
15. Dados de Identificação e Anexos (Constantes no formato ".pps":
http://helamor.multiply.com/video/item/2)
15. A seguir, aos dados de identificação, imagens do processo desenvolvido
e dos trabalhos dos alunos - com dados sobre as imagens constando nas
mesmas -, resultantes da proposta:
“Imagens Arquetípicas: Luz e Sombra” e a “Imagem Simbólica”
Realização:
EJA – Educação de Jovens e Adultos – 2006 –
Turmas: T4, T5, T6
EMEF José Loureiro da Silva – RME – SMED PoA/RS.
Arte-Educação, Professora e Artista Plástica:
Adelaide Heloísa Oliveira Amorim.
Contatos:
Cel.: 051 91 25 86 04
E-mail: helamor@gmail.com
Homepage:
http://helamor.multiply.com